Carteira DEFINITIVA de ETFs

Acompanhamento #9 (30 Dez 2021 - 02 Out 2022): -18.16% da carteira, contra 5.88% do iBovespa, -25.25% do S&P500 e -2.79% do dólar.

Desempenho da Carteira DEFINITIVA de ETFs: -3,79% em Setembro e -18,16% YTD (contra -5,90% YTD da minha própria carteira passiva).

50% em Ações Internacionais, sendo:

  • 25% em SPXI11, ETF do Itaú negociado na B3 que segue o índice S&P 500 da Bolsa de Nova Iorque. 
Taxa total de administração de 0.21% ao ano (a menor entre os ETFs do S&P 500). Sujeito à variação cambial.

Justificativa: Ficar exposto à 500 empresas norte-americanas, país que representa quase 60% do mercado global de capitais, e com proteção contra a desvalorização do Real.

Performance: -28,32% YTD. 

  • 25% em WRLD11, ETF ETF da Investo negociado na B3 que compra o ETF VT-Vanguard Total World, que por sua vez segue o índice global FTSE Global All Cap Net TR US RIC. 
Taxa total de administração de 0.38% ao ano. Sujeito à variação cambial.

Justificativa: Ficar exposto ao mercado de capitais como um todo, compreendendo empresas de 50 países, sendo 23 desenvolvidos e 27 emergentes. 

Performance: -30,20% YTD.

25% em Renda Fixa Brasileira, sendo:

31/03
  • 12.5% em IMAB11, ETF do Itaú que segue o IMA-B, índice calculado pela Anbima que reflete uma carteira de títulos públicos IPCA+ (i.e atrelados à inflação).
Taxa de administração de 0.25% ao ano. 

Justificativa: Ficar exposto à renda fixa, com proteção contra a inflação, ainda que submetido à marcação a mercado neste ETF.

Performance: 5,19% YTD.

  • 12.5% em IRFM11, ETF do Itaú que segue o IRF-M P2, índice calculado pela Anbima que reflete a evolução de desempenho dos Títulos Públicos prefixados.
Taxa de administração de 0.20% ao ano. 

Justificativa: Ficar exposto à renda fixa pré-fixada, ainda que submetido à marcação a mercado neste ETF.

Performance: 6,49% YTD.

20% em Fundos Imobiliários, sendo:

  • 10% em XFIX11, ETF da XP que segue o índice IFIX-L de fundos imobiliários. O IFIX L é um índice de retorno total que acompanha o desempenho médio das cotações dos fundos imobiliários mais líquidos negociados nos mercados de bolsa e balcão organizado da B3.
Taxa total de administração de 0.30% ao ano. 

Justificativa: Ficar exposto ao mercado imobiliário brasileiro, a partir de um ETF com baixa volatilidade, ainda que sem o pagamento de proventos diretamente ao cotista, mas com redistribuição nas próprias cotas deste ETF.

Performance: 5,76% YTD.

  • 10% em ALUG11, ETF da Investo que compra o ETF VNQ-Vanguard Real Estate com REITS (Real Estate Investment Trusts) dos Estados Unidos. 
Taxa total de administração de 0.30% ao ano. Sujeito à variação cambial.

Justificativa: Ficar exposto ao enorme mercado imobiliário norte americano, ainda que sem o pagamento de proventos diretamente ao cotista, mas com redistribuição nas próprias cotas deste ETF.

Performance: -32,38% YTD.

5% em Classes Alternativas, sendo:

  • 2.5% em HASH11, ETF da Hashdex que segue o índice Nasdaq Crypto Index, com uma cesta de criptomoedas. 
Taxa total de administração de 1.3% ao ano. Sujeito à variação cambial.

Justificativa: Ficar exposto à uma cesta com as principais criptomoedas do mercado, rebalanceadas periodicamente segundo um índice da Nasdaq.

Performance: -62,62% YTD.

  • 2.5% em GOLD11, ETF da XP que segue o índice LBMA Gold Price, via ETF iShares Gold Trust. 
Taxa total de administração de 0.55% ao ano. Sujeito à variação cambial.

Justificativa: Ficar exposto à estabilidade histórica desta commodity, que tende a preservar patrimônio em momentos de crise.

Performance: -12,82% YTD.

O QUE SÃO ETFs E QUAIS SÃO AS VANTAGENS?

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